Clima organizacional: o que é, como medir e importância nas empresas!

Já parou para pensar no clima organizacional de uma empresa? Entenda sua importância, vantagens e como fazer uma análise completa desses sentimentos!

Imagem de um grupo de colegas de trabalho com as mãos juntas, representando a coletividade e um bom clima organizacional na empresa

Empresas são feitas de pessoas. Disso você provavelmente já sabe. Mas o quanto vem investindo, de verdade, nos seus colaboradores? Enquanto empreendedor, gestor ou supervisor, você consegue medir a satisfação da sua equipe? Já parou para pensar no clima organizacional da sua empresa?

Apesar de muitos imaginarem que sim, a verdade é que precisamos entender, de forma prática, os sentimentos dos colaboradores em relação ao seu ambiente de trabalho.

Ao saber o quanto a sua equipe acredita no que faz e como se sente dentro da empresa, é possível melhorar uma série de indicadores de sucesso, seja nas entregas, seja na satisfação coletiva dos seus colaboradores!

As pesquisas de clima organizacional servem justamente para isso. No nosso post de hoje, vamos falar sobre o assunto a partir de pontos como:

  • O que é clima organizacional?
  • Quais são as vantagens de cultivar o melhor clima organizacional possível?
  • Como identificar a qualidade do clima organizacional de uma empresa?
  • Como posso melhorar o clima organizacional na minha empresa?
  • Qual é a diferença entre cultura e clima organizacional?

O que é clima organizacional?

O clima organizacional, na verdade, envolve uma série de fatores que determinam o sentimento dos colaboradores em relação à empresa. Podemos pensar em algumas perguntas para iniciar a reflexão sobre o assunto, como:

  • Minha equipe gosta de trabalhar aqui?
  • O quão engajados estão nos projetos, desde os momentos de planejamento até a execução?
  • Qual é a opinião em relação à empresa? Eles acreditam no produto/serviço oferecido? 
  • O quanto gostam/admiram seus gestores e colegas? 

Podemos evoluir o pensamento e chegar em uma série de outros questionamentos. Todavia, lembre-se que estamos falando de uma percepção de um grupo.

Quando essa percepção é positiva, esperamos que a qualidade das entregas e engajamento no trabalho vá aumentando. No contrário, o que acontece são resultados não muito interessantes: queda no desempenho e insatisfação se transformam em algo cada vez mais comum e frequente.

Quais são as vantagens de cultivar o melhor clima organizacional possível?

Provavelmente vamos “bater nesta tecla” diversas vezes ao longo do conteúdo. Mas é necessário! A principal vantagem de um bom clima organizacional é o indicativo de que a sua equipe vem trabalhando de forma saudável, satisfatória, engajada e com boas percepções não apenas profissionais, mas também pessoais, de vida e de carreira.

E o que é melhor do que trabalhar com pessoas dispostas a alcançar os mesmos objetivos de maneira alinhada e engajada? Veja alguns benefícios práticos que a empresa pode identificar:

  • aumento na criatividade;
  • retenção de colaboradores;
  • com isso, a rotatividade é menor;
  • saúde física e mental em dia;
  • diminuição em conflitos internos, relações negativas e que podem provocar um clima pesado;
  • diminuição nos sentimentos negativos de competitividade e “rivalidade” entre colaboradores.

Nenhum gestor deveria querer ver seus colaboradores desmotivados, sem perspectiva e desanimados. Isso reflete em entregas ruins e um consequente desempenho negativo para a empresa.

Pense que o trabalho, muitas vezes, é uma das principais atividades na vida daquela pessoa. Pelo menos 8 horas por dia (fora as horas extras) de dedicação representam uma grande parcela do tempo de qualquer pessoa! Por isso, gestores devem ter como prioridade a promoção de um ambiente positivo, saudável e com um bom clima organizacional.

Como identificar a qualidade do clima organizacional de uma empresa?

Uma empresa é a reunião de vários colaboradores. Cada um deles tem sua história, crenças, valores e formas de ver o mundo. Por isso, é importante fazer uma boa identificação do clima organizacional, justamente para entender o impacto coletivo do sentimento de cada uma dessas pessoas.

Isso pode ser feito a partir de uma pesquisa de clima organizacional. Será possível analisar profundamente o ambiente físico, mas também a atmosfera que não podemos mensurar: alegrias, frustrações, momentos em que a equipe se sente motivada e outros que reduzem a “energia” da mesma.

O resultado dessa pesquisa tem como objetivo entender, justamente, aqueles tópicos que apresentamos no início do conteúdo. Sua equipe gosta do trabalho? A delegação de tarefas por parte da gestão é feita de maneira saudável e satisfatória? Como anda a relação interpessoal dos times? A missão e os valores da empresa estão bem alinhados?

Podemos seguir com uma série de outras reflexões, mas preferimos dizer que as respostas são fundamentais para cultivar um bom clima organizacional.

Afinal, ao conhecer de perto os seus colaboradores e o que eles sentem em relação à empresa, tem-se a oportunidade de desenvolver planos de ação bem pensados, contextualizados com diversas realidades e com o objetivo de realmente propor mudanças. Nada de deixar as ideias no papel!

Como posso melhorar o clima organizacional na minha empresa?

Se você sente que o clima organizacional não vem sendo muito positivo, o primeiro passo já foi dado: identificar o problema e se dispor a resolvê-lo.

Depois disso, o ideal é fazer justamente uma boa pesquisa de clima. Dessa forma, você terá respostas práticas e documentadas sobre as principais dores (e pontos positivos, também) sentidos pelos colaboradores.

De toda maneira, sabemos que o processo pode ser complexo e profundo. Se você precisa aplicar alguma mudança de maneira mais rápida, podemos pensar em algumas saídas.

1. Transparência em primeiro lugar

Sempre que possível, mantenha a transparência com sua equipe em relação aos processos, metas, objetivos e decisões estratégicas da equipe.

A sensação de que os gestores constantemente “seguram” informações da equipe pode gerar um desânimo, desmotivação e questionamentos sobre o verdadeiro valor da equipe. Afinal, são eles meros executores ou pessoas com a oportunidade de crescer, se desenvolver e propor mudanças?

Além disso, a transparência também reduz a quantidade de rumores, boatos, as famosas fofocas. Divulgar informações diretamente da fonte, com o espaço para tirar dúvidas e esclarecer qualquer tipo de inconsistência, é um bom caminho.

2. Cultura de feedback

Os feedbacks, sejam eles positivos ou negativos, são extremamente importantes para a empresa e para o funcionário também. Dessa forma, é possível alinhar as expectativas da empresa perante o colaborador, seja em relação a alguma entrega ou falando sobre comportamentos e atitudes.

Caso não existam esses momentos, a pessoa pode não identificar o problema e seguir com uma performance abaixo do esperado. Ou, caso venha fazendo um ótimo trabalho, pode buscar por outras empresas que “a valorizem mais” e reconheçam o verdadeiro potencial do seu trabalho.

Afinal, não devemos fazer um reconhecimento apenas quando ele é negativo!

3. Repense a forma de liderar, cobrar e exigências

Estamos vivendo um período de grande mudança no mercado de trabalho. Com a pandemia e o crescimento das empresas em regime remoto (o famoso Home Office), foi preciso repensar a forma de liderar e cobrar o colaborador.

Evite “micro gerenciamentos”, ou seja, aquele controle minucioso sobre qualquer coisa que o colaborador esteja fazendo. Invista em uma cultura de confiança e trabalhe com a flexibilidade sempre que possível.

Com os feedbacks e a transparência, que já apontamos, a ideia é que os colaboradores se tornem mais engajados e façam entregas melhores, cada vez mais, de forma espontânea. E oferecer devida liberdade para isso só melhora o sentimento de satisfação.

Uma das formas de trabalhar com a flexibilidade é no que diz respeito aos horários. Hoje em dia, uma série de empresas não exige a entrada/saída em horários específicos, algo que pode diminuir a satisfação dos colaboradores. Outras aplicaram o trabalho remoto, seja de forma permanente ou em alguns dias da semana.

De toda forma, é bom contar com uma boa ferramenta para te ajudar a fazer o controle. E aqui no PontoGO você encontra a melhor alternativa para isso! Aproveite para conhecer nossas funcionalidades.

Qual é a diferença entre cultura e clima organizacional?

Hoje em dia, falamos muito sobre cultura. Trata-se de um conjunto de comportamentos, crenças, valores e ações que representam uma organização e a condução do seu negócio.

O clima, no entanto, é algo mais voltado para o sentimento coletivo dos colaboradores, que podem mensurar e perceber a cultura de maneira prática. Vamos pensar em um exemplo: uma empresa tem uma cultura muito forte em relação ao conhecimento. Seus valores, crenças e objetivos estão baseados na busca por atualização profissional, qualidade técnica das entregas e muito estudo.

Apesar de ter uma cultura forte voltada para este lado, o clima organizacional é pesado, pois os funcionários acabaram desenvolvendo um sentimento de competitividade. 

Perceba, então, como o clima organizacional pode afetar diretamente a cultura da empresa. 

Evoluindo com a reflexão, a cultura é algo mais difícil de mudar, já que envolve uma série de valores e pilares organizacionais. O clima, no entanto, pode ser modificado de maneira mais fluida, e até mesmo rápida. 

Com ajustes voltados para o clima organizacional da empresa que exemplificamos, não seria necessário mudar toda a cultura, mas repensar pontos específicos que podem construir um ambiente de trabalho mais saudável. 

Conclusão

E então? Acredita que conseguiu entender melhor sobre clima organizacional, valorizando a importância de investir na satisfação dos seus colaboradores?

Se você gostou deste conteúdo, te convidamos a entender melhor sobre flexibilidade no trabalho. Acreditamos que essa é uma das formas de contribuir para um clima cada vez melhor, com entregas acompanhando a evolução positiva e uma cultura ainda mais forte!

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Ana é Jornalista e trabalha com Marketing Digital desde o ano de 2016. Atua com o desenvolvimento de planos de comunicação, branding e gerenciamento de marcas na web, com foco em blogs corporativos e redes sociais. Além disso, tem experiência escrevendo sobre desenvolvimento pessoal, produtividade, métodos de organização pessoal e temas pertinentes ao universo corporativo em geral.

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